12.30.07
Posted in Aqui na Suécia at 5:55 am by Melissa
Na sexta, no onibus ao voltar para casa, nos deparamos com mais um acidente grave na principal rodovia do país, a E4 que vai do norte ao sul da Suécia. Um grave acidente há poucos quilomêtros do aeroporto sentido sul, fez com que a polícia teve que bloquear a pista durante um bom tempo. Felizmente, para mim, o motorista do meu ônibus sabia de um outro caminho e não ficamos parados lá.
Mas infelizmente, esse foi o segundo grave acidente em uma semana. O primeiro eu vi na sexta passada, dia 21, também quando estava voltando para casa. Digo grave porque nos dois, helicópteros-ambulâncias pousaram na pista para fazer o socorro. No acidente do dia 21, o helicóptero pousou na pista sentido norte bem quando eu estava passando pelo acidente. No momento que passei bem devagar pelo bloqueio da polícia, algo estranho aconteceu. A pista sentido norte estava completamente parada e a minha, vazia. Ao passar, foi como se tinha passado por um filtro invisível e o que mais me tocou foi o silêncio, combinado com a baixa velocidade dos outros carros atrás de mim. Juntando essa sensação com a imagem que tinha acabo de ver (pessoas sendo levadas para a ambulância), uma sensação estranhíssima passou pelo meu corpo. A vida pode acabar no próximo segundo.
Claro que acidentes podem sempre acontecer mas acho que quando é fim de ano assim, as pessoas ficam com a cabeça na lua. Ouvi algumas pessoas no trabalho na sexta, planejando sair mais cedo do trabalho para ir comprar bebida para o Ano Novo, pois a famosa loja do governo que vende bebidas, Systembolaget, não ficará aberta por 24 horas. As pessoas ficam estressadas porque sabem que terão que ou ficar na fila ou ficarão sem a birita.
Agora mudando radicalmente de assunto para contar algo engraçadíssimo que aconteceu no trabalho na sexta. Recebemos uma conta para pagar uma assinatura de jornal para seis meses. Quando vi a conta, nem registrei direito, mas depois me dei conta de que nunca tinha visto jornal nenhum lá no trabalho. E a assinatura estava no nome de um cara que trabalhou lá, mas que tinha saído da empresa no final de novembro.
Aí liguei para o jornal e disse que gostaria de cancelar a assinatura pois nenhum dos chefes tinha autorizado. Aproveitei também para perguntar onde o jornal estava sendo entregue pois nunva tinha visto jornal nenhum. A moça disse um outro endereço, numa cidade vizinha ao aeroporto.
O cara de pau saiu da empresa e fez uma assinatura e mandou a conta para nós.
Só rindo mesmo.
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12.26.07
Posted in Aqui na Suécia at 2:05 pm by Melissa
Então os meus cinco dias de folga já acabaram. Passou muito rápido mas ao mesmo tempo devagar e amanhã já estou de voltao ao trabalho.
Não consegui vir aqui todos os dias para contar novidades. Mais porque durante esses cinco dias, nada de novo aconteceu. Ontem assisti tv o dia todinho e fui dormir com uma dor de cabeça terrível. Também gastei muito dinheiro para alguém que não tinha planejado fazer nada de ‘natalino’.
Hoje começou a liquidação aqui, e sai para encontrar uma amiga, que irá receber o namorado e quer se embonecar para ele. No final comprei um par de sapatos e dois vestidos que usarei para trabalhar.
Essa é vidinha por aqui no momento. Mas estou mesmo é ansiosa para o Ano Novo. Quero logo que 2007 acabe. Foi um ano bom e não tão bom ao mesmo tempo.
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12.22.07
Posted in Aqui na Suécia, Empregos at 6:10 am by Melissa
Sento aqui na frente do computador, depois de meses sem ter vontade nem tempo para escrever nada. Trabalho, stress, cansaço e a maior delas, falta de tempo, são minhas desculpas por ter abandonado esse blog. Confesso também que muitas vezes pensei em deletar tudo pela simples razão que não aguento lidar todos os dias com emails me alertando sobre mais um comentário spam aqui. Isso é assunto para o administrador do meu blog, que por enquanto acho que nem sabe que nós existimos.
Mas me faltou aquele empurro para clicar no botão e apagar tudo pois de vez em quando recebo um comentário decente ou uns até elogiando o blog. Isso para mim é super, principalmente considerando o abandono.
Então darei mais uma chance e nesses cinco dias que estou em casa, vou tentar ao máximo, dar um update para vocês sobre tudo que aconteceu. Na verdade, não é muito pois saiu para trabalhar bem cedinho e volto para casa e nada de muito incrédulo acontece.
A maior novidade de todas é, como alguns já deve ter se perguntado como ficou a história da carta de motorista, é que dia 8 de novembro passei no exame prático. Já no mesmo dia, pude dirigir a famosa BMW.
E além de passar por uma situação como essa, onde a pressão em cima de você é indescritível, as pessoas não conseguem realmente disfarçar seus verdadeiros sentimentos. Nos primeiros dias, até semanas, tive que responder perguntas do tipo, “Foi tudo bem? ou O carro está inteiro?” Tudo bem, essa é por minha conta.

Nunca estive tão anti-Natal como esse ano. Não que não goste no Natal, gosto sim. Mas depois desses meses duros, quero apenas relaxar e não trabalhar feito doida para comemorar algo que primeiro, tem todo ano, segundo, perdeu um pouco do significado para mim. Irei sempre guardar no coração as lindas lembranças dos Natais que minha mãe fez para mim, mas esse significado mudou para mim. Música de Natal tocando em alto volume nas lojas desde o começo de Novembro, decoração por toda parte, tv, rádio e revistas e todos os outros meios de comunicação fazendo lavagem cerebral no público para comprar mais e mais e mais, do mais avançado ao mais moderno, com o design mais inovador…etc.
Ao ler também, quase todos os dias, sobre como o planeta está em perigo com o global-warming e ao olhar pela janela e não ver neve e ao mesmo tempo, pessoas consumindo e viajando, principalmente de avião, com malas e mais malas, para comemorar com seus loved-ones, para mim piora o quadro.
E por último, a atitude das pessoas mudam quando chegamos mais perto do Natal. Pessoas que são grossas, mal-educadas e mal te comprimentam durante todo o ano, de repente incorporam o espírito Natalino e viram manteigas-derretidas, soltando votos de Feliz Natal ao vento. Me poupe…
Acho que por hoje chega do meu alto-astral. Respeito a vontade dos outros de comemorarem o Natal e não quero acabar com o espírito Natalino de ninguém. Mas que todos pensem um pouco mais sobre o significado do Natal além de presentes e comida.

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10.28.07
Posted in Aqui na Suécia at 11:57 am by Melissa
Agora sobre a outra novidade…
Estivemos na Itália há pouco tempo, pois recebemos uma notícia muito triste e tivemos que viajar no mesmo dia…
Na volta, passamos uma noite em Roma porque o nosso avião sairia muito cedo. Então pudemos passear durante uma tarde em Roma. Como seria apenas uma tarde, resolvemos não sair correndo para ver mais um ponto turístico. Apenas andaríamos. Aí perguntei para o bambino se não poderíamos procurar uma loja que vende vestidos de noiva.
Pegamos o metrô até Piazza di Spagna, onde tem lojas como Gucci, Prada, Furla, etc. Perguntei a uma moça que trabalhava em uma dessas lojas, se ela sabia de algum lugar que vendia vestidos lá. Ela disse que sim mas andamos e não vimos nada. Aí Bambino olhou pra cima e apontou para um Atelier de (Alta) Costura com uns vestidos na vitrine.
Subimos e tocamos a campainha. Uma moça atendeu, a dona. Ela nos recebeu, com muita paciência, me ajudou a provar vestidos, conversou comigo e até falou coisas que só de olhar pra mim, tinha percebido (e acertado) sobre que tipo de pessoa eu era. Claro que muito daquilo é parte do seu trabalho. Ela tem que receber seus futuros clientes muito bem se não eles não voltam. Mas ela com certeza não precisava ter feito tudo que fez.
Aí no final de semana seguinte, aqui em Estocolmo, fui com uma amiga, ver vestidos em uma loja que estava com promoção.
Entramos e a moça do balcão nos comprimentou. Olhei na seção com os vestidos, e não consegui achar nenhum que disesse WOW. Mas resolvi experimentar um.
Levei o vestido até o vestiário, achando que alguém da loja viria atrás de mim me ajudar. Nada. Estava quase pelada e percebi que não receberia ajuda e que também não conseguiria vesti-lo sozinho. Peguei meu celular e liguei para a minha amiga que estava do lado de fora. Ela me ajudou. Eu saí, olhei no espelho e entrei de novo no vestiário. Tirei o vestido e disse vamos.
Quando estávamos saindo, a moça do balcão olhou para nós e perguntou se precisávamos de ajudo. Olhei pra ela e disse, Too late my dear.
Foi aí que andamos alguns metros, eu desanimada, achando que esse seria o tipo se serviço que receberia em todas essas lojas. Vi uma segunda loja de noivas, vazia. Entramos. Fomos muito bem recebidas com bom-dia, sejam bem-vindas. Quem vai casar, quando vai ser, etc.
Provei dois vestidos. Com o segundo e disse, é esse!
E sinto agora um alívio tão grande. É muito divertido olhar em revistas de noiva e sites na internet mas quando o negócio é pra valer e você vai ter que tomar um decisão, não é tão legal assim.
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Posted in Auto-escola at 11:36 am by Melissa
Então continuando a epopéia da carteira de motorista….
Depois do último post, já deu tempo de muita coisa acontecer. Em cada aula, pergunto ao instrutor o que ele está achando e quantas aulas mais precisarei fazer. Nunca recebo uma resposta clara e honesta.
Umas duas semana atrás, marquei duas aulas, as duas as nove da manha. Fiz uma mas aí percebi que nove da manhã não era um bom horário porque perderia a manhã todinha e ficaria tudo atrapalhado no trabalho. Aí fiz a primeira mas resolvi desmarcar a outra e expliquei que o horário não era dos melhores. Adivinha o que o dono da auto-escola falou.
“Então você vai querer desmarcar a sua prova também?”
Nao, eu disse. Só a aula de amanhã.
“Mas então teremos que desmarcar a sua prova. Você não irá concluir o seu ‘curso’ se desmcarcar.”
Da vez anterior a essa, aproveitei e marquei vários horários com o instrutor porque se não marcar com antecedência, fica sem.
Aí eu falei, “Mas não estou entendendo. Eu quero apenas desmarcar a de amanhã, não todas.”
Aí logo saquei a dele, eu fiquei com uma raiva do jeito que ele estava me tratando e disse que se ele quisesse desmarcar, be my guest. Disse que assim que chegasse no trabalho, marcaria um outro horário.
Passou-se alguns dias e foi aí que eu resolvi take actions in my own hands. Cancelei a prova (que tinha marcado pela auto-escola para dia 26 de novembro) e marquei outro horário. Entrei do site do Vägverket (tipo Detran) e fique procurando horário em Estocolmo. Quando vi que tinha uma espera de 8 a 10 semanas, entrei em pânico. Mas aí percebi que os horários mudavam toda hora. Logo, consegui marcar um para logo logo…ha ha. Top Secret!
Quando cheguei na auto-escola e disse que tinha conseguido um horário para o futuro próximo, o meu instrutor olhou para mim com uma cara de confuso, surpreso.
Agora é só cruzar os dedos. E dirigir direitinho claro.
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10.14.07
Posted in Misc at 1:53 pm by Melissa

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09.20.07
Posted in Aqui na Suécia, Auto-escola at 1:25 pm by Melissa
Hoje tive a minha sexta aula de direção e me manti trânquila durante a aula toda. Meu instrutor ficou muito satisfeito e me elogiou por eu ter conseguido manter o nível do stress no mínimo.
Cheguei no trabalho e liguei o rádio. Todo dia, ouço um programa onde quem fala é o público. Durante quarenta minutos, as pessoas podem ligar e falar o que querem. Podem reclamar, elogiar, provocar, etc.
Quando faltava mais ou menos uns 15 minutos para o programa terminar, um menino de 17 anos ligou e reclamou sobre o processo de tirar carta aqui na Suécia. Disse que tudo era motivo para os alunos pagarem. Ele contou que resolveu aprender a dirigir com o pai mas isso não quer dizer que não terá que pagar uma coroa. Para se fazer isso, é obrigatório o aluno e instrutor passarem por um curso oferecido nas auto-escolas. Custa 400 coroas (100 reais) e dura 4 horas. Ele disse que o curso foi uma perda de tempo. Enfim, só reclamou.
Aí é claro que o assunto me interessou mas fiquei com dó dele porque ele mal começou a epopéia da carta de motorista e já tá reclamando. Aí pensei na minha querida mãe, que foi obrigada a tirar carta aqui e teve que começar do zero. Com começar do zero, quero dizer, teve que fazer aula e tudo.
Agora imagina uma pessoa de que dirigiu no trânsito de São Paulo por quase 30 anos, sem nunca ter batido, foi obrigada a fazer 22 aulas. Aí achei que era meu dever dar um pouco de perspectiva para esse menino. Liguei para a rádio.
Infelizmente quando finalmente fui atendida, o programa já tinha acabado, mas conversei com uma moça, que ficou boquiaberta quando contei sobre a minha mãe. Ela anotou o meu nome e telefone e disse que entrariam em contato comigo.
Não deu nem dez minutos, uma outra moça ligou e me perguntou se gostaria de de participar do programa de amanhã pois a redação do programa achou o meu caso muito interessante. Disse que irão me ligar amanhã.
Tomara que meu instrutor não ligue o rádio amanhã.
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09.19.07
Posted in Trabalho at 3:05 pm by Melissa
Sempre contei aqui que a Suécia é um país, curiosamente, com um alto índice de pessoas desequilibradas. E aí olhando os meus posts mais recentes, vi que não tinha contado o que me aconteceu no trabalho há uma três semanas atrás.
Pois então. Estava eu preparando o escritório para uma visita super importante que teríamos no mesmo dia. Meu chefe pediu para eu botar o pessoal para correr (dar uma bela organizada em seus cantos). Então comecei e aí fui tirando tudo que estava no corredor atrapalhando. Entre essas coisas, havia um carrinho (tipo aqueles que se vê quando as aeromoças levam a comida no avião) cheio de fichários e papel. Como isso é sinal de bagunça e falta de organização (porque ninguém sabia o que era aquilo), resolvi escondê-lo num corredor do outro lado dos escritórios, onde tem os vestiários.
Do lado esquerdo, na parede, há várias portas e armários e foi lá que encostei dois carrinhos. De repente, ouço alguém gritando atrás de mim. Viro e é uma moça que arruma os uniformes nos carrinhos. Ela vem gritando para cima de mim, dizendo que lá não era lugar de acumular lixo.
Olhei para a cara dela meio confusa e não entendi o que ela quis dizer com ‘lixo’ mas percebi que ela estava MUITO brava. Eu estava estressada e precupada com a visita que chegaria em algumas horas e saí andando porque não tinha tempo para bater-papo. Mas aí me senti mal por ter virado as costas para ela e voltei para explicar que era por causa das visita que receberíamos e que logo tiraria de lá.
E esse foi o erro. Ela, por muito pouco, não me agrediu, mas me xingou, enfiou o dedo na minha cara e disse que ela trabalhava lá há muito mais tempo do que eu e que eu não era nenhuma ‘rainha’.
Eu só não caí na risada na cara dela porque ela com certeza teria pulado no meu pescoço. Eu realmente fiquei com medo dela. Ela tava descontrolada e quando saí andando (quando vi que não tinha como explicar nada para ela), ouvi-a vindo atrás de mim.
Mas a notícia logo se espalhou e o chefe dela, um senhor japônes muito simpático e atencioso, veio me pedir desculpas e disse que se tiver problemas com essa moça de novo, era para ligar para ele na hora.
Agora toda vez que passo por ela, ela faz bocas e caretas pra mim.
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09.17.07
Posted in Aqui na Suécia at 2:25 am by Melissa
Morar na Suécia tem claro, seus altos e baixos. Eu que costumo acordar cedo, acho que a vida fica muito mais fácil quando o sol nasce no verão as 3 da manhã. Desde que comecei a trabalhar no aeroporto, tenho levantado cinco, cinco e meia. Hoje foi o primeiro dia que leventei e ainda estava escuro.
Sinto realmente uma diferença. Por enquanto (hoje pelo menos) não tive problema nenhum mas quero só ver quando for janeiro, e o sol nasce oito e meia e se põe duas e meia da tarde.
Isso já é uma coisa que me preucupa. Como será que meu corpo vai reagir. Honestamente, eu gosto do ‘escurinho’ que tem aqui no inverno. Gosto porque adoro ficar em casa, fazendo minhas coisas, lendo um livro ou assistindo um filme, com meu Caetaninho. Mas nunca tive que passar por um inverno nesse ritmo que tenho agora.
Penso também no trajeto que terei que fazer entre a minha casa e o ponto de ônibus que pego para ir ao aeroporto, a pé. Não é longo, uns cinco, seis minutos, mas como será que vai ser quando for alto inverno, eu andando no escuro as 6 e meia da manhã para ir trabalhar e o termômetro marcar -15 graus.
Os ursos são quem sabem das coisas…
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09.16.07
Posted in Auto-escola at 12:50 pm by Melissa
Então na sexta-feira, depois de passar no exame teórico e de comunicar ao meu chefe, fui para a auto-escola reservar mais algumas aulas. Mas talvez cometi um erro pois estava com a adrenalina a mil depois de ter passado no teórico e queria logo já marcar o prático e tirar a carta.
Cheguei na recepção e marquei mais algumas aulas e já pedi para marcarem o exame prático. Mas o cara da recepção não quis marcar. Disse que eu ainda tinha fazer mais aulas porque se não seria reprovada. PQP!!!! Aí briguei com ele, disse que ele tava me enrolando, como tentaram me enrolar com exame teórico.
Aqui você pode fazer tudo via auto-escola ou pode marcar os exames sozinho. O teórico eu marquei sozinha, antes mesmo de consultar algúem da auto-escola. Pensei: “Não pode ser tão difícil assim. Eu com certeza já passei por coisas mais difíceis em termos de testes, etc”.
Mas o meu instrutor disse que para eles marcarem o teórico pra mim, teria primeiro que fazer 30 simulados pela internet, para depois fazer o último na auto-escola. Aí sim eles marcariam o exame. Pensei com meus botões “Sei sei…”
Estudei sim e fiz os simulados que me ajudaram muito. Mas fiz apenas 17. Por isso fiquei meio irritada porque se eu me sinto preparada, porque é tão difícil marcar o exame? Se eu não passar, culpa minha, mas se passar, ótimo. Mas é claro que a técnica deles é enrolar o aluno até a última coroa.
O exame teórico não foi difícil mas também não foi fácil. É uma questão de lógica e o importante é sempre lembrar que segurança é preucupação número um para os suecos. Com isso em mente, responder as questões fica fácil. Errei 8 de 70.
Aí aproveitando a onda da boa notícia ao comunicar ao meu chefe que tinha passado, perguntei se ele poderia patricinar algumas aulas. Ele topou na hora e eu saí saltitante para a auto-escola e comprei mais uma aulinhas.
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